TEMPOS DIFÍCEIS
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Encontramo-nos atualmente numa conjuntura socioeconómica que nos coloca numa situação de incerteza quanto ao futuro mais próximo, mas também num horizonte mais alargado.
As circunstâncias económicas resultantes da guerra na Ucrânia, principalmente refletidas no preço da energia e no abastecimento de cereais, levaram a uma escalada nos preços da eletricidade, do gás, e dos combustíveis, bem como em todos os derivados cerealíferos, nomeadamente no pão, no leite e na alimentação animal. Tenha-se em conta a subida dos preços da carne, do peixe, dos legumes, da fruta, etc….
Encontramo-nos atualmente numa conjuntura socioeconómica que nos coloca numa situação de incerteza quanto ao futuro mais próximo, mas também num horizonte mais alargado.
As circunstâncias económicas resultantes da guerra na Ucrânia, principalmente refletidas no preço da energia e no abastecimento de cereais, levaram a uma escalada nos preços da eletricidade, do gás, e dos combustíveis, bem como em todos os derivados cerealíferos, nomeadamente no pão, no leite e na alimentação animal. Tenha-se em conta a subida dos preços da carne, do peixe, dos legumes, da fruta, etc….
Os factos atrás referidos provocam uma subida da inflação (despesa superior ao rendimento), e repercutem-se, de uma forma mais evidente, nos empréstimos bancários para habitação, nos próprios arrendamentos e no cabaz alimentar das famílias.
Sendo uma evidência o que foi referido, teremos que avaliar se o que o governo tem feito e o que se propõe fazer responde e/ou responderá às necessidades das pessoas. Porém, há uma garantia, pois uma prova já dada é uma realidade: nas crises sociais causadas pela pandemia, o governo esteve à altura de garantir às pessoas e às empresas as condições básicas para enfrentarem os problemas e dificuldades que surgiram nos seus três grandes picos.
Das medidas já anunciadas, realço o apoio aos trabalhadores no ativo e aos respetivos dependentes; aos pensionistas/aposentados; e aos que usufruem de subsídios e/ou pensões sociais. Destas medidas, a que mais controvérsia tem causado é a dos pensionistas/aposentados. Isto porque, e aritmeticamente raciocinando, o agora aprovado pode vir a estabelecer uma base menor para atualização das reformas/pensões em 2024, do que se a lei em vigor se aplicasse apenas em janeiro de 2023. Na minha opinião, será de aguardar para ver o que irá de facto acontecer uma vez chegados a 2024. Existem várias formas de corrigir o diferencial agora criado, nomeadamente através da revisão dos escalões de IRS.
Mas o que mais me preocupa são os apoios de que as famílias mais carenciadas, independentemente da idade, possam necessitar. Aqui, acredito que haverá uma maior atenção, quer da administração central, quer da administração local. Na UFMMA, tem sido ponto de honra criar formas de apoio social que dão resposta às necessidades que os fregueses vão apresentando na área social da Junta de Freguesia. Por mim, tudo farei para apoiar todas as medidas que possam vir a ser desenvolvidas. Na UFMMA, tenho a certeza de que as Pessoas estão primeiro!
Solidariedade, fraternidade e liberdade só fazem sentido quando se governa a pensar nas Pessoas!
Victor Hugo Alves - Presidente da Assembleia de Freguesia